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Meu nome é Hiram Sartori e sou o Diretor Executivo da empresa.
Trabalhamos com consultoria, elaboração e acompanhamento de projetos de gestão de resíduos sólidos, saneamento e sustentabilidade.

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Sobre

A Urbis Saneare foi fundada há mais de 20 anos pelo Engenheiro Hiram Sartori na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Em nosso portfólio contamos com vários projetos de gestão de resíduos sólidos, saneamento e sustentabilidade.

O saneamento básico como um direito humano

Recentemente a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu o saneamento básico como um direito humano. A ação veio para fortalecer o debate em torno da falta de saneamento básico no mundo, um problema causado pela crise ambiental global, desigualdade social, crescimento demográfico, desenvolvimento desorganizado dos centros urbanos. As populações mais carentes sofrem com a falta de um direito negado pelo Estado.

A ação na ONU é um chamado às administrações públicas a concretizar esse direito, e usar recursos públicos para o aumento da capacidade e de melhorias dos serviços. A realidade é que mesmo com esse reconhecimento da ausência de condições mínimas de uma vida com qualidade pelos órgãos mundiais, cerca de 2,4 bilhões de pessoas no mundo vivem sem saneamento apropriado – são 7 a cada 10 pessoas vivendo sem esse direito. Além disso, mais de 1 bilhão de pessoas do mundo ainda não tem acesso ao banheiro e no Brasil esse número é de 4 milhões de pessoas.

Os dados evidenciam a falta de políticas públicas, e a negligencia do poder público. Os avanços na área têm sido mínimos, o que me causa surpresa por se tratar de um direito tão básico e por trazer tantos benefícios para a sociedade, inclusive benefícios econômicos e sociais. No Brasil apenas 39% dos esgotos são tratados, o que quer dizer que uma grande quantidade de esgoto não tratado é despejada no meio ambiente todos os dias.

Muito dessas deficiências se deve à falta de compreensão da definição de saneamento básico. Segundo a Organização Mundial de Saúde, saneamento é “o sistema de recolha, transporte, tratamento, eliminação ou reciclagem de excrementos, e higiene ligados a estas questões” e ainda “refere-se à manutenção de condições de higiene, através de serviços como coleta de lixo e eliminação de águas residuais”.

Porém, em todos os documentos internacionais não havia separação entre água e saneamento básico, que eram considerados o mesmo direito. Somente em 2010, com a Resolução 64/262, é que esses direitos foram reconhecidos separadamente e com importância para o desenvolvimento humano saudável.

A dignidade humana depende de condições de vida com higiene, por isso é surpreendente para mim que ainda estejamos tão atrasados nesse quesito. O saneamento é essencial para o bem-estar físico e psíquico do homem. Excrementos ao ar livre, esgoto a céu aberto, impulsionam doenças e contamina a água. Como consequência ocorre condições desastrosas de moradia, com falta de privacidade e de um ambiente saudável.

A legislação prevê que as administrações públicas garantam o direito universal a tratamento do esgoto, de uma vida digna e saudável. Mas ainda é preciso que os Estados concretizem esse direito através de políticas públicas efetivas e mecanismos reais que possa mudar a realidade banhada pela desigualdade social. É preciso ir além da legislação e de políticas ineficazes, é preciso instrumentos reais que possibilitem a concretização desses direitos que estão apenas no papel.

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